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quarta-feira, 18 de abril de 2012

A mulher dependente emocionalmente e carente

A mulher dependente emocionalmente e carente

A mulher dependente emocionalmente e carente
Você ama seu companheiro, faz de tudo para que ele esteja ao seu lado e só acha graça em algum programa se ele está com você. Durante o dia, você liga várias vezes, morre de saudades e conta os minutos para poder estar com seu amor. Será que você está mantendo uma relação saudável ou está envolvida em uma dependência emocional?

A mulher que é dependente emocionalmente é carente, possui comportamento submisso, não tem autoconfiaa e só de imaginar que pode se separar de seu amor definitivamente sente calafrios. Este tipo de dependência torna a pessoa grudenta, pegajosa e, ao contrário do que é seu desejo, pode acabar mandando seu amor para bem longe.

As pessoas, mesmo em relacionamentos sérios, precisam de pausas e momentos em que possam respirar e viver experiências com outras pessoas. Namorar e casar não anula as outras questões da vida e mesmo os mais apaixonados sentem falta dos amigos e de programas longe do companheiro. Se você é do tipo de mulher que não dá liberdade para que seu namorado ou marido tenha vida individual, tome muito cuidado, você pode estar sofrendo e o fazendo sofrer também.

A dependência pode ter suas raízes na infância, quando a criaa não se sente amada o bastante e cresce com um vazio emocional.Ela sente que falta algo para que possa ser feliz e pode voltar exagerar em vários sentidos, criando dependências emocionais, alimentares, sexuais, com entorpecentes e outras mais. Quando a pessoa se sente incompleto, ela busca por elementos exteriores que possam saciar o buraco que sentem dentro de si.

A mulher dependente e problemática


A mulher que desenvolve a dependência emocional gosta de sentir que o outro também depende dela e, por isso, geralmente se envolve com pessoas problemáticas. Desta forma ela se sente útil, resolvendo problemas dos mais diversos e com isso criando a falsa expectativa de que é fundamental para o outro.A mulher com dependência emociona tem tanto medo do fim do relacionamento, que tenta a todo custo criar formas de que o outro não viva sem ela.

Assim como em outros casos de dependência, o tratamento é doloroso e é necessário uma "desintoxicação" realizada por meio de análise terapêutica. É preciso que a mulher que sofre com a dependência emocional compreenda que não é mais aquela menininha que sofria e sentia medo da solidão e possa encarar a vida de frente. Ter a exata noção de que é capaz de sobreviver a qualquer rompimento de relação é fundamental para que a união seja saudável e duradoura. Quem vive com medo de perder a pessoa amada, não aproveita os momentos em que estão juntos.

Se você se identificou com o perfil da pessoa que sofre com a dependência emocional e aceita o desafio de mudar, o primeiro passo é procurar ajuda. Dificilmente você conseguirá sair da situação sozinha. Existem grupos de ajuda como as Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA) que acolhem e ajudam na recuperação de mulheres com dependência emocional. Você verá que não está sozinha e que poderá se recuperar com o apoio de pessoas que passaram pela mesma situação que você.

Entendendo a Dependência Quimica

 
A DEPENDÊNCIA
As drogas são associadas a alterações do humor produzidas por modificações no cérebro que alteram o seu funcionamento. Nosso cérebro é composto por milhões de células que se comunicam umas com as outras e com o resto do corpo, enviando e recebendo mensagens através de processos químicos.
As células cerebrais contém os neurotransmissores, que são transmitidos milhares de vezes a cada segundo, em viagens contínuas de ida e volta levando mensagens. Cada célula cerebral tem um formato que varia de pessoa para pessoa.
 

 
metodologia
O formato dos neurotransmissores, é que forma a base da personalidade de cada pessoa, definindo suas habilidades e capacidade de superar dificuldades. Quando o formato não é alterado podemos nos lembrar, concentrar-nos, aprender, coordenar e competir plenamente, mas uma vez alterado a pessoa passa a sofrer mudanças físicas, emocionais e comportamentais. As drogas tem o poder de alterar o pensamento, danificando a mente e o corpo e afetando o comportamento e os relacionamentos.
Elas agem sobre o sistema nervoso central e particularmente sobre cérebro. Já se sabe que em relação á doença não existem as chamadas drogas pesadas, pois da nicotina ao álcool, passando pela maconha, cocaína, crack e otras. Todas elas são poderosas causadoras de dependência. É fato conhecido que as drogas podem provocar recompensas na forma de sensações de prazer no início de seu uso, povocando desta forma uma atitude repetitiva que leva com o tempo a uma dependência.
O tempo que uma pessoa leva para desenvolver a dependência varia e esta relacionado com a forma como a droga é utilizada, bem como ao grau de defesas da pessoa em relação ao desenvolvimento da doença: Vãrios fatores podem influir no processo, pessoais, do meio ambiente e da droga escolhida. A dependência química ocorre quando se ultrapassa o limite dos mecanismos de defesa do próprio organismos, fazendo com que o corpo seja incapaz de controlar a necessidade de uso de alguma substância que ele normalmente rejeitaria. Embora a dependência química seja reconhecida como uma síndrome pela maioria das associações médicas mundiais internacionais, ainda hoje existem preconceitos arraigadas tanto no que se refere a governos quanto no que se refere a governos quanto no que se refere ás atitudes da sociedade em geral. Mesmo entre aqueles que aceitam a dependência como doençaque de fato é, ainda existe a crença interior de que sua causa primaria seja puramente psicológica.
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O QUE É ADICTO
Um adicto é simplesmente aquela pessoa cuja vida é controlada pelas drogas. Sua vida e seus pensamentos são centrados nas drogas, de uma ou de outra forma, vivem para obter, usar e procuram todas as maneiras e meios de
conseguir mais. O adicto usa para viver e vive para usar. O adicto sofre pela inabilidade de aceitar responsabilidades pessoais, sendo incapaz de encarar a vida tal como ela é. O adicto continua usando, mesmo quando as drogas cessaram de lhe fazer sentir bem. É alérgico a drogas, mas mesmo
assim continua sentindo-se atraído por elas. O que caracteriza um adicto é a sua realidade nas drogas (comportamento), e não a quantidade que usa. A negação é um aspecto preponderante da doença da adicção. A negação impede o adicto de enxergar sua própria realidade e a realidade de sua doença.
Romper com a negação não permite ao adicto uma visão clara para, então procurar soluções para seus problemas. O adicto é impotente perante sua adicção. Aqueles que se descobriram adictos descobriram serem portadores de uma doença para a qual não se conhece cura, uma doença progressiva, e potencialmente, fatal. Ao contrário de antigas crenças a adicção é uma doença do corpo, da mente e do espirito, passivel não de cura, mas sim de estabilização. A recuperação se inicia quando o adicto pára de usar todas as drogas, trocando pelo companheirismo de pessoas ativamente engajadas na recuperação. É possível então ao adicto ver um pouco de si mesmo em cada um dos outros e assim se permitir ser ajudado e ao mesmo tempo engajar-se na ajuda de outros.

sexta-feira, 6 de abril de 2012


Nos tempos que correm a dependência financeira atinge dimensões serias e em alguns casos torna-se crónica, equiparável a viver com uma “doença para o resto da vida”, com a probabilidade de se manter activa de geração em geração.
Comportamentos adictivos e a perda de controlo
A dependência financeira é frequente em indivíduos que apresentam comportamentos adictivos, assim como as suas famílias (ex. drogas lícitas, incluindo o alcool, e ilícitas, o jogo, sexo, compras - shopaholics, shoplifting-furto, codependência). Recordo inúmeros casos em que um membro de família dependente de drogas, incluindo o álcool, e jogo afectou drasticamente todo o orçamento, recursos e o património familiar com o consentimento e permissividade de alguns membros da família. A vergonha tóxica, a raiva e o ressentimento, a obsessão e a compulsividade instalam-se e deterioram as relações familiares (homeostase).
A perda total do controlo associado ao dinheiro é uma das consequências mais significativas e dolorosas na vida de um indivíduo, seja dependente/adicto ou não por ex. atraves da falta de uma gestão responsável e construtiva, falta de autonomia dos seus recursos financeiros, bem como, a necessidade de viver dependente do ponto vista financeiro de outra/as pessoa/as e ou instituições. Alguns indivíduos adoptam comportamentos relacionados com dinheiro que não coincidem com os valores, ideais e ou objectivos pessoais e sociais, susceptíveis de sabotar todo e qualquer plano de estabilidade financeira (ex. poupanças). Representam, num contexto social, um status associado a um estilo de vida fausto, vivendo de mentiras, manipulações, ideais irrealistas, de créditos bancários acumulando dividas acim