| A Familia e a Co-dependência | Compartilhar | |
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FAMILIA E A CO-DEPENDENCIA
A co-dependência ocorre quando uma pessoa “toma conta” de um indivíduo usuário e dependente de uma substância psicoativa, criando um vínculo que “asfixia” e que gera um esforço
imenso fadado ao insucesso. É a doença da família do dependente, que
preocupa-se excessivamente com a doença do outro e acaba adoecendo junto
com o mesmo, sofrendo e estressando-se.
Co-dependente é aquele que foge de si mesmo e fica ao lado do dependente. É aquele cuja vida fica descontrolada, por viver uma relação comprometida com o dependente.
Um outro conceito, diz que uma
pessoa co-dependente é aquela que deixa o comportamento de outra pessoa
controlar o seu e que fica, por seu turno obcecada em controlar o
comportamento da outra pessoa. Tudo começa com o fato de nos encontrarmos ligados (por
amor, obrigação ou dever) a alguém muito complicado, doente física ou
emocionalmente, que por conta desta doença se auto-destroi ou desiste de
viver e precisa, aparentemente, de nosso apoio e cuidado constante.
O Co-dependente apresenta algumas características como:
No início temos a Negação, onde os familiares fingem que o problema não é tão grande como realmente é e acreditam em mentiras obvias e mentem para si mesmos. Não traçam limites fortes, isto é, verbalizam que não tolerará mais determinados comportamentos, no entanto aumenta
gradualmente sua tolerância até poder suportar e fazer coisas que disse
que nunca faria. Outra característica é a necessidade de Tomar Conta, isto é, sentir-se compelido, quase forçado, a ajudar aquela pessoa a resolver seu problema. O co-dependente tem Baixa auto-estima, tende a Negar que sua família seja problemática, reprimida ou anormal e ter fortes sensações de baixa auto-estima, agravando assim a Dependência, por isso, muitos co-dependentes toleram abusos para que as pessoas continuem a amá-los, tentam provar que são bons o suficiente para serem amados. É uma obsessão, o co-dependente senti-se terrivelmente ansioso quando a problemas e pessoas e a preocupar-se com coisas sem importância. Também tendem a querer o Controle, por isso, a maioria dos co-dependentes tem medo de deixar que outras pessoas sejam quem realmente são e tentam controlar os acontecimentos e as pessoas através de impotência, culpa, coerção, ameaças, aconselhamento, manipulação ou domínio.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
A mulher dependente emocionalmente e carente
A mulher dependente emocionalmente e carente
A mulher que é dependente emocionalmente é carente, possui comportamento submisso, não tem autoconfiança e só de imaginar que pode se separar de seu amor definitivamente sente calafrios. Este tipo de dependência torna a pessoa grudenta, pegajosa e, ao contrário do que é seu desejo, pode acabar mandando seu amor para bem longe.
As pessoas, mesmo em relacionamentos sérios, precisam de pausas e momentos em que possam respirar e viver experiências com outras pessoas. Namorar e casar não anula as outras questões da vida e mesmo os mais apaixonados sentem falta dos amigos e de programas longe do companheiro. Se você é do tipo de mulher que não dá liberdade para que seu namorado ou marido tenha vida individual, tome muito cuidado, você pode estar sofrendo e o fazendo sofrer também.
A dependência pode ter suas raízes na infância, quando a criança não se sente amada o bastante e cresce com um vazio emocional.Ela sente que falta algo para que possa ser feliz e pode voltar exagerar em vários sentidos, criando dependências emocionais, alimentares, sexuais, com entorpecentes e outras mais. Quando a pessoa se sente incompleto, ela busca por elementos exteriores que possam saciar o buraco que sentem dentro de si.
A mulher dependente e problemática
A mulher que desenvolve a dependência emocional gosta de sentir que o outro também depende dela e, por isso, geralmente se envolve com pessoas problemáticas. Desta forma ela se sente útil, resolvendo problemas dos mais diversos e com isso criando a falsa expectativa de que é fundamental para o outro.A mulher com dependência emociona tem tanto medo do fim do relacionamento, que tenta a todo custo criar formas de que o outro não viva sem ela.
Assim como em outros casos de dependência, o tratamento é doloroso e é necessário uma "desintoxicação" realizada por meio de análise terapêutica. É preciso que a mulher que sofre com a dependência emocional compreenda que não é mais aquela menininha que sofria e sentia medo da solidão e possa encarar a vida de frente. Ter a exata noção de que é capaz de sobreviver a qualquer rompimento de relação é fundamental para que a união seja saudável e duradoura. Quem vive com medo de perder a pessoa amada, não aproveita os momentos em que estão juntos.
Se você se identificou com o perfil da pessoa que sofre com a dependência emocional e aceita o desafio de mudar, o primeiro passo é procurar ajuda. Dificilmente você conseguirá sair da situação sozinha. Existem grupos de ajuda como as Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA) que acolhem e ajudam na recuperação de mulheres com dependência emocional. Você verá que não está sozinha e que poderá se recuperar com o apoio de pessoas que passaram pela mesma situação que você.
Entendendo a Dependência Quimica
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Nos tempos que correm a dependência financeira atinge dimensões serias e em alguns casos torna-se crónica, equiparável a viver com uma “doença para o resto da vida”, com a probabilidade de se manter activa de geração em geração.
Comportamentos adictivos e a perda de controlo
A dependência financeira é frequente em indivíduos que apresentam comportamentos adictivos, assim como as suas famílias (ex. drogas lícitas, incluindo o alcool, e ilícitas, o jogo, sexo, compras - shopaholics, shoplifting-furto, codependência). Recordo inúmeros casos em que um membro de família dependente de drogas, incluindo o álcool, e jogo afectou drasticamente todo o orçamento, recursos e o património familiar com o consentimento e permissividade de alguns membros da família. A vergonha tóxica, a raiva e o ressentimento, a obsessão e a compulsividade instalam-se e deterioram as relações familiares (homeostase).
A perda total do controlo associado ao dinheiro é uma das consequências mais significativas e dolorosas na vida de um indivíduo, seja dependente/adicto ou não por ex. atraves da falta de uma gestão responsável e construtiva, falta de autonomia dos seus recursos financeiros, bem como, a necessidade de viver dependente do ponto vista financeiro de outra/as pessoa/as e ou instituições. Alguns indivíduos adoptam comportamentos relacionados com dinheiro que não coincidem com os valores, ideais e ou objectivos pessoais e sociais, susceptíveis de sabotar todo e qualquer plano de estabilidade financeira (ex. poupanças). Representam, num contexto social, um status associado a um estilo de vida fausto, vivendo de mentiras, manipulações, ideais irrealistas, de créditos bancários acumulando dividas acim
domingo, 4 de março de 2012
So o AMOR, pode vencer! Dependencia
Dependência
Dependência Física
Consiste na necessidade sempre presente, a nível fisiológico, o que torna impossível a suspensão brusca das drogas. Essa suspensão acarretaria a chamada crise da "abstinência". A dependência física é o resultado da adaptação do organismo,independente da vontade do indivíduo. A dependência física e a tolerância podem manifestarem-se isoladamente ou associadas, somando-se à dependência psicológica. A suspensão da droga provoca múltiplas alterações somáticas, causando a dramática situação do "delirium tremens".
Isto significa que o corpo não suporta a síndrome da abstinência entrando em estado de pânico. Sob os efeitos físicos da droga, o organismo não tem um bom desenvolvimento.
Dependência Psicológica
Em estado de dependência psicológica, o indivíduo sente um impulso irrefreável, tem que fazer uso das drogas a fim de evitar o mal-estar. A dependência psicológica indica a existência de alterações psíquicas que favorece a aquisição do hábito. O hábito é um dos aspectos importantes a ser considerado na toxicomania, pois a dependência psíquica e a tolerância significam que a dose deverá ser ainda aumentada para se obter os efeitos desejados. A tolerância é o fenômeno responsável pela necessidade sempre presente que o viciado sente em aumentar o uso da droga.
Em estado de dependência psíquica, o desejo de tomar outra dose ou de se aplicar, transforma-se em necessidade, que se não satisfeita leva o indivíduo a um profundo estado de angústia, (estado depressivo). Esse fenômeno não deverá ser atribuído apenas as drogas que causam dependência psicológica. O estado de angústia, por falta ou privação da droga é comum em quase todos os dependentes e viciados.
Requisitos Básicos da Dependência
1 - forte desejo ou compulsão para consumir a substância;
2 - dificuldade no controle de consumir a substância em termos do seu início, término ou níveis de consumo;
3 - estado de abstinência fisiológica quando o uso cessou ou foi reduzido (sintomas de abstinência ou uso da substância para aliviá-los);
4 - evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoativa são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas;
5 - abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa, aumento do tempo necessário para obter ou tomar a substância psicoativa ou para se recuperar dos seus efeitos;
6 - persistência no uso da substância, a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas, tais como dano ao fígado por excesso de álcool, depressão consequênte a período de consumo excessivo da substância ou comprometimento cognitivo relacionado à droga.
Dados Epidemiológicos
20% da população usam substâncias psicoativas no decorrer da vida;
15% no mínimo são portadores da doença da dependência química;
10% a 12% desses usam mais de uma droga concomitante;
A incidência de DQ é de 2 a 6 vezes maior no homem;
DQ evolui do álcool para drogas mais pesadas;
150 mil óbitos/ano por alcoolismo nos USA;
15% dos DQ cometem suicídio (20 vezes maior que na população).
Transtornos Psiquiátricos em Pacientes Dependentes de Álcool
- 218 pacientes alcoolistas x 218 pacientes não alcoolistas - Serviço Ambulatorial Universitário do estado de São Paulo;
- Prevalência em toda vida (LTP) de transtornos psiquiátricos: 70% população alcoolista x 26% população não alcoolista;
- Depressão maior em 50%;
- Personalidade anti-social em 30%;
- Fobias em 20%;
- Abuso/dependência de outras drogas em 19%.
Transtornos de Personalidade na dependência da Cocaína
- prevalência ao longo da vida de transtornos psiquáticos foi de 69%;
- 29% com transtornos afetivos e ansiosos
- 40% com transtornos de personalidade
- 31% sem transtornos
Saiba como Agir nas Emergências
Aprenda a conhecer os sintomas de overdose (intoxicação aguda) e saiba o que fazer quando uma pessoa exagerou no uso de drogas e pode estar precisando da sua ajuda:
Conheça os sintomas:
- Perda da consciência, coma ou sono repentino e/ou profundo
- Respiração lenta ou curta ou parada da respiração
- Sem pulso ou pulso fraco
- Lábios roxos
- Convulsões, movimentos involuntários, desmaios
- Palpitação, taquicardia, dor no peito
Saiba o que fazer:
- Chame o resgate ou ajuda médica para emergências, imediatamente.
- Nunca deixe a pessoa sozinha.
- Deite a pessoa de lado, tenha certeza de não haver comida ou vômito na garganta.
- Afaste o queixo do peito.
- Nunca dê outra droga para combater o efeito.
- Nunca ponha nada na boca da pessoa, incluindo água ou medicamentos.
- Se a pessoa estiver tendo uma convulsão segure a sua cabeça com cuidado para não bater no chão ou em algum móvel
Atenção: A mistura de qualquer droga com álcool ou outras drogas aumenta o risco de overdose, ferimentos, violência, abuso sexual e morte.
Vício sem Fim
Por que é possível se tornar dependente de jogos, chocolate, compras
e até mesmo sexo - Clique e confira
Loucos por Pílulas
Remédios para emagrecer, dormir ou combater a impotência geram uma mania pelo consumo exagerado de medicamentos, cada vez mais frequente nos países desenvolvidos
Clique e confira
Dependência Física
Consiste na necessidade sempre presente, a nível fisiológico, o que torna impossível a suspensão brusca das drogas. Essa suspensão acarretaria a chamada crise da "abstinência". A dependência física é o resultado da adaptação do organismo,independente da vontade do indivíduo. A dependência física e a tolerância podem manifestarem-se isoladamente ou associadas, somando-se à dependência psicológica. A suspensão da droga provoca múltiplas alterações somáticas, causando a dramática situação do "delirium tremens".
Isto significa que o corpo não suporta a síndrome da abstinência entrando em estado de pânico. Sob os efeitos físicos da droga, o organismo não tem um bom desenvolvimento.
Dependência Psicológica
Em estado de dependência psicológica, o indivíduo sente um impulso irrefreável, tem que fazer uso das drogas a fim de evitar o mal-estar. A dependência psicológica indica a existência de alterações psíquicas que favorece a aquisição do hábito. O hábito é um dos aspectos importantes a ser considerado na toxicomania, pois a dependência psíquica e a tolerância significam que a dose deverá ser ainda aumentada para se obter os efeitos desejados. A tolerância é o fenômeno responsável pela necessidade sempre presente que o viciado sente em aumentar o uso da droga.
Em estado de dependência psíquica, o desejo de tomar outra dose ou de se aplicar, transforma-se em necessidade, que se não satisfeita leva o indivíduo a um profundo estado de angústia, (estado depressivo). Esse fenômeno não deverá ser atribuído apenas as drogas que causam dependência psicológica. O estado de angústia, por falta ou privação da droga é comum em quase todos os dependentes e viciados.
Requisitos Básicos da Dependência
1 - forte desejo ou compulsão para consumir a substância;
2 - dificuldade no controle de consumir a substância em termos do seu início, término ou níveis de consumo;
3 - estado de abstinência fisiológica quando o uso cessou ou foi reduzido (sintomas de abstinência ou uso da substância para aliviá-los);
4 - evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoativa são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas;
5 - abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa, aumento do tempo necessário para obter ou tomar a substância psicoativa ou para se recuperar dos seus efeitos;
6 - persistência no uso da substância, a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas, tais como dano ao fígado por excesso de álcool, depressão consequênte a período de consumo excessivo da substância ou comprometimento cognitivo relacionado à droga.
| Uso de Droga em Adolescentes | ||
Idade de início | Substância | Tempo para uso problemático |
11 anos | álcool | 2,5 anos |
12 anos | maconha | 1 ano |
13 anos | cocaína | 6 meses |
14 anos | crack | 1 mês |
Perfil dos Usuários | |
81% | são de classe média |
46,8% | cursam o nível superior |
50% | mencionam apenas os efeitos positivos da droga |
84% | já tiveram episódios depressivos após o uso |
65,6% | acreditam que o ecstasy é seguro |
15,6% | já tiveram problemas financeiros pelo uso do ecstasy |
100% | usam a droga em grupo |
100% | são usuários de outras drogas como maconha, cocaína e LSD |
Dados Epidemiológicos
20% da população usam substâncias psicoativas no decorrer da vida;
15% no mínimo são portadores da doença da dependência química;
10% a 12% desses usam mais de uma droga concomitante;
A incidência de DQ é de 2 a 6 vezes maior no homem;
DQ evolui do álcool para drogas mais pesadas;
150 mil óbitos/ano por alcoolismo nos USA;
15% dos DQ cometem suicídio (20 vezes maior que na população).
Transtornos Psiquiátricos em Pacientes Dependentes de Álcool
- 218 pacientes alcoolistas x 218 pacientes não alcoolistas - Serviço Ambulatorial Universitário do estado de São Paulo;
- Prevalência em toda vida (LTP) de transtornos psiquiátricos: 70% população alcoolista x 26% população não alcoolista;
- Depressão maior em 50%;
- Personalidade anti-social em 30%;
- Fobias em 20%;
- Abuso/dependência de outras drogas em 19%.
Transtornos de Personalidade na dependência da Cocaína
- prevalência ao longo da vida de transtornos psiquáticos foi de 69%;
- 29% com transtornos afetivos e ansiosos
- 40% com transtornos de personalidade
- 31% sem transtornos
Saiba como Agir nas Emergências
Aprenda a conhecer os sintomas de overdose (intoxicação aguda) e saiba o que fazer quando uma pessoa exagerou no uso de drogas e pode estar precisando da sua ajuda:
Conheça os sintomas:
- Perda da consciência, coma ou sono repentino e/ou profundo
- Respiração lenta ou curta ou parada da respiração
- Sem pulso ou pulso fraco
- Lábios roxos
- Convulsões, movimentos involuntários, desmaios
- Palpitação, taquicardia, dor no peito
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- Chame o resgate ou ajuda médica para emergências, imediatamente.
- Nunca deixe a pessoa sozinha.
- Deite a pessoa de lado, tenha certeza de não haver comida ou vômito na garganta.
- Afaste o queixo do peito.
- Nunca dê outra droga para combater o efeito.
- Nunca ponha nada na boca da pessoa, incluindo água ou medicamentos.
- Se a pessoa estiver tendo uma convulsão segure a sua cabeça com cuidado para não bater no chão ou em algum móvel
Atenção: A mistura de qualquer droga com álcool ou outras drogas aumenta o risco de overdose, ferimentos, violência, abuso sexual e morte.
Vício sem Fim
Por que é possível se tornar dependente de jogos, chocolate, compras
e até mesmo sexo - Clique e confira
Loucos por Pílulas
Remédios para emagrecer, dormir ou combater a impotência geram uma mania pelo consumo exagerado de medicamentos, cada vez mais frequente nos países desenvolvidos
Clique e confira
sábado, 4 de fevereiro de 2012
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É UMA TIRANIA ENCARREGADA DE CONSTRUIR NOSSA PRISÃO INTERIOR MEDIANTE ALIANÇAS COM O MEDO, A PASSIVIDADE, A NEGAÇÃO DA REALIDADE E OS SENTIMENTOS DE CULPA. FAZ PARTE DO CARÁCTER E SE NUTRE DE CIRCUNSTÂNCIAS DESAFORTUNADAS NA INFÂNCIA DE CADA UM. A DEPENDÊNCIA EMOCIONAL SE MANIFESTA NO COMPORTAMENTO AFETIVO, SEXUAL, PROFISSIONAL, SOCIAL E ECONÔMICO. O NOIVADO, A LUA DE MEL, OS "CASAIS PERFEITOS" OU AS FAMILIAS SEM PROBLEMAS SÃO IDEALIZAÇÕES QUE NÃO SE SUSTENTAM POR MUITO TEMPO. A DISCUSSÃO FRANCA PODE GERAR DOR, RAIVA E DÚVIDAS, POREM É A ÚNICA MANEIRA DE SE CHEGAR AO FUNDO DAS DIFERENÇAS. CALAR OU CONCILIAR POR COMODIDADE É UM GRANDE ERRO, POIS IMPEDE A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS. A REALIDADE NOS DEMONSTRA QUE AS FAMILIAS MAIS ENFERMAS SÃO APARENTEMENTE IMPECÁVEIS, ONDE NINGUÉM LEVANTA A VOZ, NÃO SE DISCUTE E NÃO HÁ DIFERENÇAS IMPORTANTES. NESSAS FAMÍLIAS, ONDE TUDO APARENTA HARMONIA E DOÇURA, SE COZINHAM EM SEGREDO, GRANDES RANCORES E PROFUNDAS FRUSTRAÇÕES. NA VIDA PROFISSIONAL, QUANDO O EMPRESÁRIO INTUI A NECESSIDADE DE EMPREENDER GRANDES MUDANÇAS PARA SUPERAR DIFICULDADES EM SEU NEGÓCIO, PORÉM ESPERA QUE FORÇAS EXTERNAS EXECUTEM AS DITAS MUDANÇAS, A FALÊNCIA RONDA SEU CAMINHO. A CRENÇA DOS DEPENDENTES INCLUI: "PARA QUE INCOMODAR-ME, QUESTIONAR A HONESTIDADE DO MEU BRAÇO DIREITO NA EMPRESA OU CRITICAR A EMPREGADA DE CONFIANÇA, OU EXIGIR UMA MUDANÇA AO MEU CÔNJUGE, OU FALAR CLARO AO MEU FILHO, OU ARMAR UMA DISCUSSÃO, SE ISTO PODE CAUSAR DESIQUILÍBRIO???” HOMENS E MULHERES BASEIAM SUAS ELEIÇÕES DE PAR NO SOCIALMENTE ACEITÁVEL, PORÉM LEVAM GRANDES SUSTOS QUANDO DESCOBREM A MEDIOCRIDADE POR TRÁS DA FACHADA. AS PIORES ESCOLHAS OCORREM QUANDO ESTÃO BASEADAS, PRIMORDIALMENTE, NO ATRATIVO FÍSICO OU NO PODER ECONÔMICO DAS PESSOAS. EM AMBOS OS CASOS, CEDO OU TARDE, SE NÃO EXISTE MAIS DO QUE ISSO, AS RELACÕES TERMINAM CONVERTENDO-SE EM ALGO INSUPORTÁVEL. ATRAVÉS DO MEDO DA LIBERDADE SE PERPETUA A DEPENDÊNCIA EMOCIONAL E AS PESSOAS CONFIRMAM, ASSIM, SUA CONDIÇÃO DE PRISIONEIRAS. E QUANDO ESSAS CIRCUNSTÂNCIAS GERAM ANGÚSTIA E/OU DEPRESSÃO, É PROVÁVEL QUE PARA ALIVIAR TAIS SINTOMAS SE REQUEIRA TRATAMENTO MÉDICO, PORÉM É NECESSÁRIO SABER QUE A DIMINUIÇÃO DESSES SINTOMAS É SÓ O COMEÇO DE UM PROCESSO MAIS PROFUNDO. UM DOS PRIMEIROS PASSOS NO PROCESSO DA INDEPENDÊNCIA É COMBATER A FASCINAÇÃO PELA COMODIDADE. "EU QUERO SER LIVRE, PORÉM NÃO QUERO RENUNCIAR À MINHA COMODIDADE". E ISSO, OBVIAMENTE, É IMPOSSÍVEL, POIS A LIBERDADE SÓ SE CONQUISTA ATRAVÉS DO EMPENHO COTIDIANO. CONQUISTA TUA LIBERDADE, AMA DE VERDADE OS DEMAIS COMO SÃO, NÃO COMO VOCÊ OS IMAGINA. VALORIZA-TE, EVITA FRUSTRANTES DEPENDÊNCIAS, NÃO TE ANULES E NÃO DEIXES QUE NINGUÉM SE ANULE AO TEU LADO. RECORDA QUE SOMENTE QUEM É LIVRE CRIA RELAÇÕES SERENAS NAS QUAIS SE VIVE O VERDADEIRO AMOR: "UNIR-SE SEM IGUALAR." TRADUÇÃO DO TEXTO "La tirania interior", Carlos E. Climent. RITA MARIA BRUDNIEWSKI GRANATO PSICÓLOGA "Quando amar significa sofrer, estamos amando demais." "Amar se torna demais quando nosso parceiro é inadequado, desatencioso ou inacessível e, mesmo assim, não conseguimos abandoná-lo." Robin Norwood Se você quer superar esse problema, entre em contato comigo pois aprofundei-me nos estudos sobre a dependência emocional. A dependência emocional é um transtorno que se caracteriza pelo medo que sentimos da liberdade e tem como característica comportamentos submissos, falta de auto confiança, indecisão, dificuldade de dar limites e também por um temor exagerado do abandono, da solidão; logo, medo da separação. Esse transtorno possibilita a construção de uma prisão interior, de uma tirania, através do medo, da passividade, da negação da realidade e dos sentimentos de culpa. Essa forma de se relacionar, disfuncional, pode se apresentar no âmbito afetivo, familiar, social, no trabalho, no social e no econômico. É muito perigoso pois é progressivo. É a "doença" do "ainda": ainda não fez coisas insanas, mas vai acabar fazendo, podendo até levar à morte por causa da tensão excessiva que é causada por esse "vício". Sozinhos não podemos lidar com esse transtorno; só através de grupos de auto-ajuda e com psicoterapia. Não só as mulheres são acometidas por esse transtorno, os homens também. Eles se apresentam obcecados pelo trabalho, por esporte ou por hobbies, enquanto as mulheres, por forças culturais e biológicas são mais acometidas desse mal, com forte tendência a se tornarem dependentes de relacionamentos com homens complicados, difíceis e distantes. "Se quisermos mudar nossa vida, é mais importante mudarmos as atitudes do que as circunstâncias. A menos que mudemos as atitudes, é improvável que as circunstâncias, realmente, possam mudar um dia." Robin Norwood Oração da Serenidade Concedei-me Senhor, A Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, A Coragem para modificar aquelas que posso E Sabedoria para distinguir uma da outra. Só por hoje!!!! Dra. Rita M. B. Granato www.ritagranato.psc.br
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Dependência
| Faz parte da natureza do homem, uma vez que toda a existência humana está compreendida entre estados de dependência. | ||
| Durante a vida, o ser humano cria relações de dependência com objetos, pessoas e situações. Algumas dessas relações são importantes para o bem-estar, outras causam prejuízo, perda de autonomia etc. | ||
| Vínculo extremo onde a droga é priorizada em detrimento de outras relações. Na falta da droga, as pessoas que se acostumaram a consumi-la, são invadidas por sintomas penosos. | ||
| Pode ser a conseqüência de um desejo sem medida. | ||
| Termo recomendado em 1964, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para substituir outros com maior conotação moral como "vício". | ||
| A dependência constitui-se a partir de três elementos: | ||
| a substância psicoativa com características farmacológicas peculiares; | ||
| o indivíduo com suas características de personalidade e sua singularidade biológica; | ||
| o contexto sócio-cultural dinâmico e polimorfo, onde se realiza o encontro entre o indivíduo e o produto. | ||
| Existem dois tipos de dependência: dependência física e dependência psíquica. | ||
| Por ocasião da 9ª Revisão da Classificação Internacional das Doenças, os aspectos psicológicos e físicos foram unificados sob a definição de dependência de drogas. Esta mudança ocorreu, pois no passado julgou-se erroneamente que as drogas que induziam a dependência física (e consequentemente à síndrome de abstinência) seriam aquelas perigosas (foram por isso chamadas de drogas pesadas - "hard drugs") ao contrário das que induziam apenas dependência psíquica (as drogas leves - "soft drugs"). Sabe-se hoje, que várias drogas sem a capacidade de produzir dependência física geram intensa compulsão para o uso e sérios problemas orgânicos. Portanto, soaria estranho classificá-las como drogas "leves". Assim, hoje aceita-se que uma pessoa seja dependente, sem qualificativo, enfatizando-se que a condição de dependência seja encarada como um quadro clínico (ver dependente). | ||
| Ver também farmacodependência , toxicomania e comportamento aditivo. | ||
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